Alimentação – como montar o prato ideal?

Alimentação – como montar o prato ideal?

Há algumas fases em que os bebês podem passar a comer menos ou estranhar algumas comidas. O desafio para os pais é garantir que o pequeno continue recebendo todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento dele. Por isso, é importante resistir à tentação de oferecer guloseimas, a não ser em ocasiões muito especiais. As crianças dessa idade, de modo geral, podem comer de tudo. Mas o que vemos, na prática, é que a inserção diária de biscoitos, doces, refrigerantes e sucos adoçados faz com que esses alimentos pobres tomem o lugar de opções mais nutritivas. Para piorar, o consumo dessas guloseimas estimula o desenvolvimento de um apetite maior pelos doces, criando um mau hábito que pode persistir na vida adulta.

Nessa fase, o ideal é que o bebê faça pelo menos cinco refeições diárias, em horários fixos, com intervalo de três ou quatro horas entre elas: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Crianças que ainda têm o hábito de tomar leite – materno ou industrializado – devem recebê-lo, preferencialmente de manhã e à noite, cerca de uma hora antes de dormir. Acostume seu filho a beber apenas água para saciar a sede entre as refeições.

A alimentação do seu filho deve ser variada e o prato pode seguir essas proporções:

50% preenchido com verduras e legumes (crus e cozidos), de preferência de cores diferentes (a cor do alimento indica o tipo de nutriente que ele tem, logo, quanto mais variada for, maior a quantidade de micronutrientes presente no prato).

25% ocupado com um alimento rico em proteína (carne de boi, frango, peixe, ovos, com pouca gordura). Essa parte deve ser complementada com leguminosas (feijão, grão-de-bico, soja, lentilha).

25% com alimentos ricos em carboidratos, de preferência em sua forma integral, rico em fibras (arroz, massas, batatas, mandioca, mandioquinha, farinhas).

Leave a Reply